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terça-feira, 2 de setembro de 2025

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Moça perfumosa, rapaz pimpão

Eu já me apaixonei! Quem for à praça Torquato de Almeida, nesta quinta, 12/9/13, também irá se apaixonar!

Uma história linda, cheia de charme e de encantos!

Espero vocês!


terça-feira, 16 de julho de 2013

Férias no Teatro - Edição de Inverno - Pará de Minas/MG

Vamos???

Vai ser muuuuuuuuito bom!!! Eu irei participar contando histórias no dia 23 e fazendo hora do conto no dia 24.

Espero vocês!


terça-feira, 6 de novembro de 2012

CD No tempo em que os bichos falavam


No tempo em que os bichos falavam é o primeiro CD do contador de histórias (também ator e palhaço - o Picolé) Glauter Barros, de Angra dos Reis/RJ.  O CD, que traz  7 histórias e duas músicas, tem participações especiais de Bia Bedran, Benita Prieto, Jujuba & Ana Nogueira e Zé Bocca. 

Um trabalho muito bem feito que tem agradado em cheio às crianças. As histórias são entremeadas com belas canções, e tudo é muito bem produzido.

Quem quiser adquirir esse belo material, pode pedir pelo e-mail glauterpicole@ig.com.br, pelo telefone (24) 8823-9262 ou pelo facebook do Glauter  pelo preço de R$ 20,00 (+ despesas de envio pelo correio, que fica em torno de 6 reais).

Vale a pena!!!


A língua (Uma história para você!)


Há mais de dois mil e quinhentos anos, um rico mercador grego tinha um escravo chamado Esopo. Ele era corcunda, feio mas com uma sabedoria única no mundo.
Certa vez, para provar as qualidades de seu escravo, o mercador ordenou:
-Toma, Esopo. Aqui está uma sacola cheia de moedas de ouro, corre ao mercado e compra o que há de melhor no mundo para um banquete.
Pouco tempo depois, Esopo voltou do mercado e colocou sobre a mesa um prato coberto por um fino pano de linho. O mercador levantou o paninho e ficou surpreso: - Ah, língua!
_ Mas por que escolheste exatamente a língua como a melhor comida do mundo?

O escravo, de olhos baixos, explicou a sua escolha:

_ O que há de melhor do que a língua, senhor? A língua é que nos une a todos, quando falamos. Sem a língua não poderíamos nos entender. A língua é a chave da ciência, o órgão da verdade e da razão, graças à língua podemos dizer o nosso amor. A língua é o órgão do carinho, da ternura e da compreensão. Com a língua se ensina, com a língua dizemos "sim", com a língua dizemos "eu te amo"! O que pode haver melhor do que a língua, senhor?
O mercador levantou-se entusiasmado:
_ Muito bem, Esopo! Realmente me trouxeste o que há de melhor. Toma agora esta outra sacola de moedas e traga o que há de pior, pois quero testar a sua sabedoria.
Depois de algum tempo, Esopo voltou do mercado trazendo um prato coberto por um pano. O mercador descobriu o prato e ficou indignado:

_ O quê? Língua? Outra vez? Não disseste que a língua era o que havia de melhor?
E Esopo respondeu ao mercador:

_ A língua senhor é o que há de pior no mundo, é a fonte de todas as intrigas, o início de todos os processos, a mãe de todas as discussões... É a língua que separa a humanidade, que divide os povos, a língua é o órgão da mentira, da discórdia, da guerra. É a língua que insulta, que corrompe. Com a língua dizemos "não" e "eu te odeio". Aí está, senhor, por que ela é a pior e a melhor de todas as coisas do mundo...

Como sempre, cabe decidirmos se usaremos ela para o bem ou para o mal.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Como surgiu a noite - Lenda indígena

Caros visitantes e leitores do blog! Compartilho com vocês mais um vídeo!

Carmélia Cândida conta, no programa "Se Liga" (TVI - Pará de Minas/MG), a lenda indígena "Como surgiu a noite", baseada na versão do escritor Emil de Castro, que pode ser encontrada no livro "Estórias do Vovô Pajé" com o título "Joãozinho solta a noite".


sábado, 14 de janeiro de 2012

Sapo dando sopa

Conto do livro "Príncipes e princesas, sapos e lagartos", de Flávio de Souza (adaptado para a narração oral)
Narradora: Carmélia Cândida

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Quer ouvir um lindo conto?

Belíssimo conto de Bartolomeu Campos Queirós narrado por Carmélia Cândida, com trilha sonora de Urbano Medeiros, sonoplastia, mixagem e edição de som por Airton Rodrigues.



domingo, 17 de julho de 2011

sexta-feira, 5 de março de 2010

Era uma vez… uma linda coletânea de histórias para você!

Coletânea organizada pela contadora de histórias Carmélia Cândida.  São 36 contos selecionados e    caprichosamente   dispostos   num   único     volume.  Foi  muito    bem   feita  e resultou   num material  lindo!   É  um presente para contadores de histórias e agentes de leitura!
É só imprimir e encadernar!
(Sugestão: imprimir no papel vergê colorido)
Esperamos que gostem!



quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

O pescador, o anel e o rei


                                                     Conto popular - Música e adaptação: Bia Bedran


Era uma vez um velho pescador que vivia cantando:
Canto: Viva Deus e ninguém mais / Quando Deus não quer / ninguém nada faz.

Mesmo quando sua pesca não era boa, ele cantava com muita fé e alegria a sua cantiga.
Canto: Viva Deus e ninguém mais / Quando Deus não quer / ninguém nada faz.

Um dia, o rei daquele lugar soube da existência do pescador e quis que ele fosse à sua presença, por não admitir que Deus podia mais que tudo no mundo... Esse rei era tão poderoso e orgulhoso, que achava que podia até mais que o próprio Deus!
E lá foi o pescador, subindo as escadas de tapete vermelho do palácio, cantando:  Viva Deus...

Diante do rei, o pescador não mostrou medo algum, e ainda reafirmou sua fé, cantando a mesma cantiga.
Então o rei disse:
Rei: Vamos verse Deus pode mais que eu, pescador!
Eis aqui o meu anel. Vou entregá-lo aos seus cuidados!
Se dentro de 15 dias você me devolver o anel, intacto, você ganhará um enorme tesouro, e não precisará mais trabalhar para viver.
Porém, se no 15° dia você não voltar com o anel, mando cortar a sua cabeça! Agora vá embora...
O pescador foi embora e na volta pra casa, cantava: Viva Deus...

Quando chegou em casa entregou o anel para a mulher que prometeu guardá-lo a sete chaves. Deixe estar que isso não passava de um plano do rei, que logo mandou um criado disfarçado de mercador, bater na casa do pescador, quando esteja havia saído para pescar.
Criado disfarçado: Ó de casa!
A velha senhora abriu a porta.
Criado: Minha senhora, sou mercador. Vendo e compro anéis. A senhora não teria aí pelas gavetas um anelzlnho para me vender? Pago bem!
E mostrou muito dinheiro.
Velha: Não tenho não senhor. Aqui é casa de pobre. Não tem anel nenhum não.
Mas a velha ficou surpresa com tanto que o homem mostrava.
Acabou caindo na tentação, e vendeu o anel!

No fim do dia, o pescador voltou pra  casa cantando:  Viva Deus...

...Quando chegou em casa, soube do que havia acontecido e ficou desesperado.
Pescador: Mulher! Você não vendeu o anel não; você vendeu minha cabeça!
E foram correndo procurar o mercador pela floresta, pela estrada, pela praia, pela aldeia e nada...
Claro! À essa altura, o criado disfarçado de mercador já estava longe, e havia jogado o anel em alto mar, a mando do rei, para que nunca mais ninguém pudesse encontrá-lo.
E: o tempo foi passando...
Décimo dia...
O pescador, triste continuava cantando: (mais lento) Viva Deus...
Décimo primeiro dia...
E o pescador cantando e pescando...
Canto: (ainda mais lento) Viva Deus...

Até que no penúltimo dia, o pescador chamou a mulher e disse:
Pescador: Mulher, eu vou morrer... Amanhã, minha cabeça vai rolar. Vamos nos despedir, com uma última refeição. Farei uma boa pescaria. E lá foi o pescador, tristemente, cantando sem parar sua cantiga.
Canto: Viva Deus... (muito triste)

Pescou 50 peixes, 49 ele vendeu no mercado, e 1 levou para mulher preparar.
Ela caprichou no tempero e fez no fogão de lenha, aquele peixe que seria sua última ceia junto com o marido depois de tantos anos. Mastiga daqui, chora dali, pensa de lá, e de repente...
Pescador: (Se engasgando) O que é isso? Mulher (cospe o anel).
Eu não disse que Deus pode mais que todo o mundo?
Canto(bem animado): Viva Deus...

O pescador limpou o anel, e correu em direção ao palácio. Subiu a escadas de tapete vermelho cantando, fez uma reverência para rei, que perguntou todo poderoso:
Rei: E então, pescador? Aonde está o meu anel?
E o pescador, vitorioso:
Pescador: Está aqui, meu rei!
O rei ficou boquiaberto! Não conseguia acreditar...Teve de entregar o tesouro para o pescador. E até o rei teve que cantar:
Canto: Viva Deus e ninguém mais / Quando Deus não quer / Ninguém nada faz.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

O coqueiro encantado

      Muito longe daqui, numa pequena povoação, vivia antigamente um pobre padeiro. Esse padeiro tinha um filho. Roberto era o seu nome , mas todos o conheciam por Betinho. Direi que Betinho era um menino esperto, obediente e trabalhador.
         Um dia, Betinho, depois de fazer sua tarefa (arrumar a casa e varrer o quintal), foi dar um passeio por uma grande mata que havia perto de sua casa.Ora, junto da estrada, havia um velho coqueiro. Notou Betinho que o coqueiro estava cheio de formigas.
         -Que pena -pensou Betinho - essas formigas são bem capazes de matar esse coqueiro.
          E, apanhando dois galhos secos, começou a bater nas formigas e tanto bateu, tanto bateu, que elas fugiram. Quando Betinho havia acabado de salvar o coqueiro, livrando-o das formigas, ouviu vozes no meio da mata. Que seria?
          Betinho era curioso e resolveu espiar. Foi bem devagarinho, pé ante pé, escondeu-se atrás de uma árvore e espiou. Era de assustar o mais valente. Debaixo de uma grande figueira avistou Betinho uma mulher, muito velha, vestida de preto com uma vassoura na mão. Compreendeu Betinho que a velha do vestido preto era uma feiticeira. E diante dela estavam três bichos: um macaco, um porco e um tatu. A feiticeira falava:
Lá, lá, lá,
Vamos começar.
Lá, lá, lá,
Vamos começar!
             E, nisso, o macaco apontou para o lugar em que se achava o Betinho:
             - Rum! Rum! Rum!
             A feiticeira voltou-se e avistou o vulto de Betinho. E gritou furiosa: 
             - Vamos agarrar aquele menino! 
             Ao ouvir aquelas palavras, Betinho correu para a estrada e, mais que depressa, subiu no coqueiro.A feiticeira chegou junto do coqueiro e gritou alto:
Desce coqueiro
que eu quero
pegar o filho do
padeiro!
            O coqueiro foi diminuindo, diminuindo, mas quando a velha de preto ia agarrar o Betinho, ele, tremendo de susto, implorou:
-Sobe coqueiro
que eu te livrei
do formigueiro!
             O coqueiro, ao ouvir a voz do menino, cresceu, cresceu, cresceu e levou o menino lá para cima. A feiticeira gritou:
-Desce
c oqueiro
que eu quero
pegar
o filho do padeiro.
             O coqueiro foi diminuindo, diminuindo, até ficar deste tamanhinho. Mas quando a feiticeira ia agarrar o Betinho, este, assustado gritou:
-Sobe coqueiro
Que eu
te livrei
do formigueiro!
             O coqueiro, ao ouvir a voz do seu amigo, cresceu, cresceu, cresceu, ficou tão alto, que o menino, lá em cima, parecia pequenininho.Vendo a feiticeira que não conseguia agarrar o menino (pois o coqueiro descia e subia de novo) chamou o macaco de disse-lhe:
-Vem macaco
Matreiro
sobe no coqueiro
e traz de lá de cima
o filho do padeiro.
            O macaco resolveu subir no coqueiro, mas quando chegou no meio do coqueiro este começou a tremer, a tremer tanto que o macaco caiu, de quatro no chão. A feiticeira, furiosa, bateu com a vassoura no macaco e o macaco fugiu para o mato. A feiticeira chamou, então, o tatu:
-Vem tatu
do salseiro
derruba
este coqueiro
e tira lá de cima
o filho do padeiro.
            O tatu começou a cavar o chão para derrubar o coqueiro. De repente uma raiz do coqueiro saiu de dentro da terra, bateu com tanta força no focinho do tatu, que o tatu rolou tonto pelo chão no meio das pedras e depois, roncando de dor, fugiu para o mato.Então a feiticeira chamou o porco:
-Vem porco
porqueiro
derruba
este coqueiro
e tira lá de cima
o filho do padeiro.
             O porco quis roer o pé do coqueiro, mas o coqueiro tinha a casca tão grossa que quebrou os dentes do porco. E o porco grunhindo de dor, fugiu para o mato.A feiticeira, vendo que não conseguia agarrar o menino, começou a atirar pedras e mais pedras. O coqueiro, porém, balançava de um lado para o outro, de modo que a feiticeira não acertava no Betinho. 
             Mas Betinho, com aquele balanço, estava ficando tonto e já estava cansado. Vendo que o coqueiro era seu amigo, disse baixinho:
-Coqueiro
coqueirinho
meu amiguinho
só de brincadeira
atira um coquinho na feiticeira.
               Ora, o coqueiro largou, lá de cima, um côco e acertou bem no cocuruto da feiticeira. O côco fez: "Pum!". E saltou para cima como uma bola! A feiticeira soltou um grito e fugiu para o mato e nunca mais apareceu. Aí, então, o coqueiro foi-se abaixando, abaixando, e Betinho saltou para o chão. 
               E desse dia em diante, tornou-se Betinho amigo não só do coqueiro como de todas as árvores, pois ele sabia bem que as árvores , boas, são úteis e protegem os meninos.

Fonte: A Arte de Ler e Contar Histórias de Malba Tahan, Editora Conquista, 1961

Macaquinho


Macaquinho
Toda as noites o macaquinho passava pra cama do pai e ficava mexendo, e pulando, e dando chute, e não deixava o pai dormir.

Canto: Macaquinho, sai daí (bis)
Você tem sua cama pra se deitar
Papai quer dormir
Porque você não volta pra lá?

Macaquinho - Por que eu tô com frio.

O pai macaco cobriu o macaquinho com lençol, mas depois de um tempo lá estava o macaquinho de novo na cama do pai,
Canto: Macaquinho, sai daí (bis)
Você tem sua cama pra se deitar
Papai quer dormir
Por que você não volta pra lá?

Macaquinho - Por que eu tô com fome.

O pai macaco deu mamadeira pro macaquinho, mas não adiantou. Depois de um tempo, já tava de novo na cama do pai.

Canto: Macaquinho, sai daí (bis)
Você tem sua cama pra se deitar
Papai quer dormir
Por que você não volta pra lá?
Macaquinho - Tô com vontade de fazer xixi.

Cada dia o macaquinho dava uma desculpa: medo, cama apertada... até que um dia ele falou a verdade.

Macaquinho - Eu quero ficar na sua cama porque fico com saudades de você.

Aí o pai macaco entendeu. E começou a brincar com o macaquinho todas as vezes que chegava do trabalho, ao invés de só ver televisão. O macaquinho ficou todo feliz e nunca mais passou pra cama do pai. E nunca mais o pai macaco precisou cantar:

Canto: Macaquinho, sai daí (bis)
Você tem sua cama pra se deitar
Papai quer dormir
Por que você não volta pra lá?

  
Ronaldo Simões Coelho. Macaquinho. Belo Horizonte, Lê, 1985
Adaptação: Nick Zarvos e Bia Bedran



segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Azul claro, é claro!

Anos atrás, em uma cidadezinha chamada Fraterna, aconteceu um fato muito interessante. Um dia, alguém acordou gritando feliz para todos ouvirem que ele tinha encontrado a solução para todos os problemas do mundo. Dizia que os homens eram infelizes, tristes, nervosos e estressados porque não tinham resolvido os problemas mais simples da vida. Então, qual era a receita que estava sendo divulgada com tanta ênfase naquela manhã?

O autor daquele barulho todo, um menino de 12 anos, dizia que toda vez que se zangava,
perdia a serenidade e ficava triste, ele olhava para o céu azul - azul claro, é claro - e logo a paz voltava. Ele concluiu que se todo o mundo fosse pintado de azul - azul claro, é claro - os homens seriam felizes. Como espalhar essa ideia genial?

Resolveu escrever uma carta aos presidentes dos países mais importantes do mundo, pois se eles pintassem seus países de azul - azul claro, é claro - todos os outros iriam fazer o mesmo, e a paz no mundo seria plena. O menino enviou as cartas e esperou … esperou … esperou e nada de respostas. Pensou: talvez seja mais fácil convencer o presidente do meu país. Escreveu e recomendou que se fizesse uma lei determinando que tudo no país fosse pintado de azul claro. O menino esperou … esperou … esperou e nada de resposta. O presidente deve ser muito ocupado, pensou.

Talvez o governador seja a pessoa indicada. Nosso estado será o exemplo para o país,
que será exemplo para o mundo. E escreveu para o governador. O menino esperou … esperou … esperou e nada de resposta. Ele não desanimou. Pensou: vou escrever para o prefeito. Começando pela minha cidade é mais fácil convencer o governador e os presidentes, e a paz reinará. O menino esperou … esperou … esperou e nada de resposta.

Triste porque ninguém dera-lhe resposta sobre um assunto tão importante como a paz no mundo, sentou debaixo da árvore no jardim de sua casa e começou a chorar. Depois de algum tempo, o menino levantou-se para brincar, quando olhou surpreso para a sua casa: não era azul, e sim branca desbotada. Levantou-se e gritou: "É claro. Depende de mim, de mais ninguém!
Minha casa vai ser azul".

Depois de alguns dias sua casa era outra. Estava toda azul - azul claro, é claro. O menino estava feliz porque dera o início ao seu plano de paz no mundo. Todos os  que passavam por ali olhavam aquela casa de azul - azul claro, é claro - e sentiam-se alegres se estavam tristes, sorridentes se estavam sisudos, em paz se estavam nervosos. Muitas pessoas gostaram tanto daquela cor que pintaram suas casas também de azul - azul claro, é claro. A ideia do menino foi se espalhando pelo planeta, e lá do espaço os astronautas atestaram que a terra estava azul - azul claro, é claro.

O menino entendeu que qualquer transformação tem seu ponto de origem em cada um de nós. Para transformar o mundo, antes eu tenho que me transformar.


(Texto baseado no livro "Teo, O Menino Azul", de Paulo R. Costa, Editora Riani Costa)